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sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Parecia impossível mudar

Sempre sonhei em ter uma vida feliz. Família, amigos e dinheiro faziam parte de meus sonhos diários. Em casa, ao ver meus pais brigarem e não se entenderem, achava que era normal, porém, com o passar do tempo, os problemas familiares foram criando proporções inimagináveis. Brigas, desprezo, ausência de diálogos foram se tornando algo tão comum que cheguei a me convencer de que meus sonhos não passariam de mais um.

Cresci neste ambiente e decidi conhecer o lado “bom” da vida. Foi quando comecei a ser influenciada pelas minhas amizades. Na verdade, comecei a fazer delas minha própria família. Fui conhecendo outras pessoas e, claro, cada uma com suas bagagens de experiências eletrizantes. Estava entrando na onda - era assim que eles me diziam. A porta de entrada foram as baladas. Era sempre uma festa melhor do que a outra. Me sentia em  outro mundo. Segura de que estava fazendo o certo, fui me envolvendo mais a fundo, até que me ofereceram o primeiro baseado (maconha). No início disse não, achando que era forte para controlar minhas vontades, porém, cada vez que você se aprofunda nas más companhias, mais você fica escrava delas. Depois de muita insistência, nesta época já estava bebendo muito, resolvi experimentar. Bispo, é incrível, provou a primeira vez, já era!

Depois da maconha vieram as outras drogas, meu desejo era de ser como eles. Mudei meu comportamento e a minha forma de vestir, tornando-me gótica. E, como se tudo isso não bastasse, busquei mais, me envolvi no homossexualismo. Cheguei a ficar com 20 meninas no mesmo dia. Me achava o máximo. O interessante era que eu pensava estar correta, mas me enganei profundamente.

Como sempre, os prazeres deste mundo começaram a trazer as consequências traumáticas em minha vida. A primeira foi a depressão, pois, quando voltava das festas, me trancava no quarto e, ao encarar a realidade, logo vinha um profundo vazio em meu ser. Isso era constante, já que o relacionamento com meus pais era zero. Comecei a roubar dentro de casa para sustentar meus vícios. Me decepcionei por diversas vezes com garotas que eu gostava, resolvi ficar com os rapazes para ver se esse era o problema, mas as decepções só pioraram. Por fim, tentei o suicídio cortando meus pulsos.

Nessa época, minha irmã mais velha já frequentava a Universal, e, depois desta minha tentativa, mais uma vez ela se mostrou disponível a me convidar. Depois de muitos “não”, resolvi dizer sim. Ao chegar, fui de imediato acolhida por uma jovem que me falou sobre todos os detalhes das correntes e atividades que a igreja desenvolvia. Na oportunidade, ela me convidou para fazer parte do Força Jovem e mostrou o quanto eu merecia ser feliz. Bispo, o engraçado disso é que eu não suportava ver a minha irmã falando da igreja, mas tive que dar ouvidos a uma jovem desconhecida que tanto se importou por mim.

Hoje estou livre dos vícios, da depressão e das más amizades (este foi meu maior sacrifício). Amo minha família e vivo uma vida verdadeiramente feliz. Tenho orgulho de fazer parte do corpo de obreiros, ajudando a tantos que chegam à Universal assim como cheguei.
Obrigada, bispo, por tudo que o senhor suportou e enfrentou, a fim de manter esta porta aberta. Foi por ela que entrei quando achava que só a morte era minha solução. Foi por ela que me salvei.

Patrícia Leone

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

vida no altar




Creio que há diferença entre algumas orações, embora oração seja oração, e a pessoa esteja falando com Deus. Contudo, vemos que existem diferentes resultados.
Assim, se há diferença na oração, também há diferença na resposta. Elas podem ser grandes ou pequenas, e em ambas Deus está sendo glorificado. No entanto, Ele é mais glorificado nas respostas extraordinárias, pois elas refletem Sua Grandeza, e isso tem a ver com a FÉ.
Mesmo sendo uma fé pequena, o poder dela está acima de qualquer problema, por mais impossível que seja. O Senhor Jesus é o Autor desta fé. Todos a têm, mas se todos usam ou não, isso é outra coisa. É claro que uma resposta extraordinária exige uma entrega total, que leva a pessoa a ir contra tudo e todos, por causa de uma certeza que ela traz dentro dela.
Salomão tinha essa certeza, e por isso sua fé o levou a colocar toda sua vida naquele Altar, pois aqueles 142 mil holocaustos e sacrifícios representavam tudo o que ele tinha dentro de si. De forma que, quando Deus olhou aqueles sacrifícios, não viu animais, mas o que viu foi o próprio Salomão no altar.
Só depois de oferecer os sacrifícios é que ele fez sua oração. Naquele momento, tudo agradou a Deus. A ponto de a Glória de Deus encher o Templo.
Tendo Salomão acabado de orar, desceu fogo do céu e consumiu o holocausto e os sacrifícios; e a glória do SENHOR encheu a Casa. Os sacerdotes não podiam entrar na Casa do SENHOR, porque a glória do SENHOR tinha enchido a Casa do SENHOR. 2 Crônicas 7.1,2
Salomão teve uma resposta extraordinária, e Deus foi glorificado de forma grandiosa.

Mas a pergunta é: Todos querem colocar TODA A VIDA NO ALTAR, como fez Salomão?
Estudo tirado do blog Bispo Macedo  

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Lançamento do Olé nas drogas no Pará


“Estadão” reuniu aproximadamente 2.000 jovens numa tarde que foi o ponto de partida para o maior evento do ano contra as drogas.




Lançamento do Olé nas drogas no Pará
A Força Jovem Universal Pará realizou a reunião “Estadão” com toda a frente jovem da região metropolitana e reuniu aproximadamente 2.000 jovens na igreja Sede do Tapanã. A concentração aconteceu neste domingo (27) e foi comandado pelo líder estadual Roberto Guerra.

A principal qualidade do jovem é a força. O próprio Deus afirma que escolheu aos jovens por conta desta característica, contudo a grande e esmagadora maioria não a usa de forma correta. Decisões tomadas de forma precipitadas demonstram falta de maturidade e extremo uso da emoção quando se deveria usar a razão, transformam os que deveriam ser uma fortaleza em um mar de inconsequentes. Elaine Cristina de 20 anos é prova disto. Passou por problemas sentimentais, se sentia só e se viu rodeada de pessoas que aparentemente queriam ajuda-la. Naquele momento, a solução para tentar preencher seu vazio foram as drogas. Usou cocaína, heroína e maconha.
“Tudo começou no cursinho. Depois das aulas e na hora do
intervalo meus amigos usavam.Eu passava por problemas na vida
sentimental e querendo preencher o vazio que eu tinha por conta
da minha solidão, vi drogas uma saída. Meus amigos estavam ali
do meu lado, mas para que eu fizesse parte da galera tinha que
usar também.
Quando resolvi parar de usar, tomei a decisão de retornar à
Universal e fui cuidada por uma obreira que me orientou. A partir
daí comecei a me envolver com as coisas de Deus, e já não
sobrava mais tempo para ficar com meus amigos usuários.
Através da minha perseverança fui liberta dos vícios. Foram
tempos difíceis por que eu sentia falta das drogas, e tinha ânsia.
Era uma tortura, eu tinha que preencher a cabeça com outra coisa
para não voltar a usar, e procurava não ficar sozinha para não ter
uma recaída.
Contei com o apoio da FJU e fui livre dos vícios.  A Força Jovem é
minha família, aqui encontrei paz, verdadeiros amigos, aqui eu
aprendi a viver, por que até então eu achava que tinha vida,
contudo era uma ilusão. Sou feliz e hoje estou habilitada a ajudar
outros jovens como um dia alguém me ajudou”.
O Trabalho de combate às drogas tem se intensificado com o passar dos anos a partir de eventos projetados com o tema “Saiba dizer Não”. Depois da Caminhada contra as drogas, Crack tire essa pedra do seu caminho, Driblando o Crack, dentre outros, o estado do Pará contará com este movimento que já passou expandindo sucesso por diversos estados do Brasil.
O evento será realizado com o intuito de mostrar que há muitas outras maneiras de preencher o vazio, de superar problemas e conhecer a verdadeira felicidade. Bispos, pastores, autoridades políticas e destaques do futebol brasileiro estarão presentes para uma jogada de apoio a esta causa “Pará, te quero sem drogas”.
Lançamento do Olé nas drogas no Pará
 A FJU tem formado jovens conscientes que aprendem a trilhar um trajeto visionário através da fé. Saber driblar os maus caminhos pode ser árduo e intrigante para um jovem comum, mas para estes que têm recebido e aprendido o segredo de uma vida feliz e com sucesso, tem sido construtivo.
Participe você também, dê um Olé nas drogas. Divulgue, adquira sua camisa em nossa Central FJU-PA na BR 316 KM 1 – Entroncamento.

Frequência Jovem - Atitude


Neste sábado, 2 de agosto, foi realizada a Frequência Jovem F12 , onde o coordenador voluntário Caio Lucas explicou a importância de termos Atitude: 'você não pode aceitar ser um jovem com toda a força e ter a vida parada, tem que tomar uma atitude para sua vida mudar, e usar a Fé porque a Fé e Atitude.

Diante do altar, os jovens tomaram uma Atitude e entregaram suas vidas para Deus.

terça-feira, 24 de junho de 2014

II Campeonato Paraense de Cultura e Artes Marciais 2014




Integrantes da Força Jovem Universal Pará (FJU-PA) participaram na manhã do domingo (08) do II Campeonato Paraense de Cultura e Artes Marciais 2014, realizado ginásio dos bancários na região metropolitana de Belém.
Os atletas paraenses disputavam uma vaga para campeonato brasileiro e estavam entre eles várias associações de karate e integrantes do projeto Esportes da FJU-PA.
O projeto tem como principal objetivo, recuperar jovens que, para a sociedade são considerados um caso perdido, vivendo uma vida desacreditada e, através da fé em Jesus Cristo, além de receberem apoio à prática de esportes, recebem também tratamento espiritual para a alma.

Iasmim Rodrigues, 14 anos
Iasmim Rodrigues (14) integrante da FJU-PA e atleta paraense de karate conquistou dois títulos importantes nessa manhã: o ouro em Kumite e Kata (hexa campeã invicta). Iasmim comentou sobre a importância do esporte para a juventude dizendo:
“É importante ocupar a mente. Mas muitos jovens, buscando ocupar seu tempo, acabam fazendo coisas erradas. O esporte é diferente. É algo sadio. A FJU me ajudou a cuidar da minha vida espiritual, o que me deu força para ser também uma esportista. Posso afirmar que tenho uma vida completa.”

Bruno Akira, 17 anos
Estava também entre os integrantes e lutadores de karate do projeto Esportes da FJU, Bruno Akira (17), participando do seu primeiro campeonato, recebendo a medalha de prata em Kata e Bronze em Kumite.
“Essa é a primeira vez que participo de um campeonato. Comecei a lutar através da Força Jovem Universal, onde também recebi apoio e ajuda espiritual.”- Comentou Bruno.

Marcelo Fernandes à direita
Marcelo Fernandes, à direita
Marcelo Fernandes, treinador de karate da FJU, estava presente no local e considerou a disputa gratificante, ao ver que seus alunos mostraram o resultado do esforço nos treinos, dando seus primeiros passos rumo a tudo o que está por vir.
A Força Jovem Pará trabalha descobrindo, desenvolvendo e apoiando talentos em diversas áreas, além de cuidar da vida espiritual da juventude, para que através da fé, sejam fortalecidos, conscientes e um exemplo para outros jovens, tendo suas vidas restauradas e sendo felizes.

Clique aqui e veja as fotos!



Texto: Maysa Machado
Fotos: VPR Pará
 
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